Fotobiomodulação sistêmica transdérmica: uma revisão de literatura

Autores

  • Bianca Tavares Rangel FOB-USP
  • Nicole Rosa de Freitas
  • Luísa Belluco Guerrini
  • Ana Lúcia Pompéia Fraga de Almeida

DOI:

https://doi.org/10.47296/salusvita.v41i01.158

Palavras-chave:

terapia com luz de baixa intensidade, infravermelho, sangue, administração transdérmica

Resumo

A fotobiomodulação sistêmica (FBM-S) consiste em uma técnica que utiliza o laser de baixa intensidade no espectro vermelho da luz para irradiação sistêmica. Seus benefícios incluem efeito analgésico, antioxidante sistêmico e anti-inflamatório, ativação de células imunológicas, melhora na cicatrização, vasodilatação e aumento da microcirculação. A técnica original utiliza cateter e fibra óptica para irradiação sistêmica e por ser uma técnica invasiva, uma alternativa à esta foi desenvolvida, a fotobiomodulação sistêmica transdérmica. Assim, o objetivo desta revisão de literatura é discutir os efeitos, aplicações, protocolos e efeitos colaterais desta terapia modificada. Para tal, foi realizada busca na literatura nas bases de dados Pubmed, Bireme, Embase, Scopus, Science Direct, Web of Science e CENTRAL, sem restrição de idioma no período entre 2010 e 2021. Encontraram-se seis estudos sendo um na área da Odontologia. Os resultados desses estudos sugerem que a FBS-S pode ser utilizada para o tratamento de condições sistêmicas e em Odontologia, no entanto, a literatura ainda é escassa e mais estudos clínicos randomizados controlados são necessários para comprovar seus efeitos e estabelecer um protocolo clínico para sua utilização.

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Publicado

25-01-2023

Edição

Seção

Artigo de Revisão